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The Glockenwise: os rapazes de Barcelos prometem animar a Cidade do Rock

7 março 2016

A banda de Barcelos The Glockenwise editou em outubro do ano passado o terceiro álbum, “Heat”, que o vocalista Nuno Rodrigues descreve como o “trabalho mais interessante” que o grupo já criou. A banda de Barcelos atua no Palco Vodafone do Rock in Rio Lisboa dia 27 de maio.

Depois da estreia “Building Waves” e de “Ileches” (2013), a banda regressou aos discos no final de 2015 com “Heat”. “É o nosso terceiro disco e aparece numa altura curiosa da nossa vida enquanto banda, em que já estamos juntos há demasiado tempo para estarmos com aquele entusiasmo de estar a começar algo e há pouco tempo para sermos uma banda de carreira”, disse à Lusa Nuno Rodrigues.

“Surge assim aquele terceiro disco complicado em que se calhar fomos muito juvenis no primeiro, arriscámos demasiado no segundo ou não arriscámos nada para jogar pelo seguro e agora o que é que fazemos? E fizemos aquilo que sempre fizemos como banda: fomos para a mesma sala de ensaios com o mesmo material de sempre, tocar aquilo que tínhamos vontade de tocar e o que tivemos vontade de fazer. Parece-me que é o trabalho mais interessante que já fizemos”, afirmou o vocalista da banda.

“Heat”, álbum com a totalidade das letras escritas por Nuno Rodrigues, é “um disco que fala de temas muito mais pessoais do que qualquer um dos outros dois”, o que talvez tenha levado a que seja “um disco extremamente triste (…) e desiludido”.

Desiludido “com tudo”, desde as relações humanas ao trabalho, ainda que Nuno Rodrigues reconheça que essa vida profissional poderá ser escassa aos 25 anos, idade que em si também contribui para a desilusão: “o que é ser esta massa disforme que ainda não é adulta e não é criança, mas que já não se pode dizer da mesma maneira do que quando tinha 18 anos”.

Editado pela Lovers & Lollypops e gravado em três sessões nos estúdios Sá da Bandeira, no Porto, por João Brandão e José Arantes (responsável pela gravação do primeiro EP da banda), “Heat” tem nove canções.

“Este se calhar foi o disco em que menos vezes estivemos juntos, menos vezes ensaiámos. E menos vezes estivemos a trabalhar juntos, mas mais rapidamente chegámos ao estúdio ou à sala de ensaios e entrámos em sintonia”, disse o músico que também tem o projeto Duquesa.

 

Texto: Tiago David com Lusa

 

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